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julho 03, 2011

Sempre a esconder-se...

Jasmim

junho 16, 2011

Onde está o Jasmim?...


março 13, 2011

A Lua da Mati


novembro 19, 2010

A Noite e o Dia



Às vezes queria ser gato... e dormir, dormir, dormir. E quando acordasse ter a minha dona em casa, e ir roçar-me nas suas pernas, e fazer rom-rom, e achar que a vida era assim, uma coisa tão simples, entre um sono... e outro.

agosto 04, 2010

Ainda os gatos... meus e dos outros!

E agora? Como saio daqui?, - pensa a Pituxa

Acho que aqui passo despercebido, - pensa o Tommy. Talvez seja desta que vou de férias!


Esta bebezinha, nascida em minha casa e filha da Pituxa, foi adoptada desta forma quando arranjou casa nova. Imagem sem palavras...
Seria tudo tão bem mais simples se alguns homens pensassem como os gatos...

maio 09, 2010

Gatinhos

A Pituxa andava pela minha escola como pela casa dela, que era o recreio e os miminhos de algumas pessoas que lhe davam de comer e a acarinhavam. Como boa gata da vida que se preze, arranjou namorados e ficou prenhe... Vai daí, como boas samaritanas, juntámo-nos quatro amigas e colegas de trabalho e conferenciámos sobre o seu futuro. A minha casa serviria de berçário, ou não estivesse já tão habituada a estas andanças. E assim foi. Nasceram cinco lindos gatinhos que é preciso dar a quem merece. Duas já foram, resta um macho todo preto e que ninguém quer não sei porquê, e duas gatinhas. Eles aí estão. Oferecem-se a quem provar ser digno deles.


maio 03, 2010

O meu guarda-costas...

abril 11, 2010

Tuka

O Tuka vai abrindo caminho e tentando marcar terreno. As suas investidas são cada vez maiores.
Sempre alerta, como bom felino que se preza. O mais rebelde de todos. O único que consegue que as minhas botas, de manhã, tenham voado do meu quarto para o meio da sala.
Sou uma sortuda! Tenho quatro gatos todos diferentes, com as suas personalidades próprias muito bem demarcadas.
Quem se pode sentir só?

março 03, 2010

Olhei para ele mais demoradamente e fez-me lembrar uma esfinge egípcia. Da esfinge passei para faraós. De faraós passei para Tutankamon. Depois veio Tu-tanke-Kamon. 
Assim nasceu o Tuka. Apresentado formalmente hoje à sociedade.

















O Tuka adoptou o Jasmim como seu melhor (e único) amigo, já que as gatas não lhe passam cartão, ou se passam é para lhe dar sapatadas... e o Jasmim aceitou o Tuka. Alguém diz que não?


fevereiro 03, 2010

The Sleeping Beauty

É mesmo assim: a Bela Adormecida encontrou no Jasmim a sua almofada favorita. E o Jasmim deixa. E deixa também que ela lhe lave as orelhas. Não, não é um sinal de submissão. Aliás, ela sabe que apesar de bufar, de mostrar os dentes (tudo fogo de vista), ninguém lhe tem respeito e que quem manda... é mesmo ele.

janeiro 09, 2010

Flor-de-Lótus


Flor-de-Lótus era o nome de uma boneca, pertença de uma amiga de infância, com quem brincava às casinhas, no prédio de três pequenos andares por onde se estendia a sua casa antiga e de escadas exíguas.
Sempre quis pôr este nome a qualquer coisa minha. Às filhas, tal não me passou pela ideia, sou franca, e às bonecas que eu tive depois também não, porque Flor-de-Lótus era só aquela.

Poderia ter posto o nome ao Jasmim, não fosse ele um macho, que me adoptou como sua não-sei-quê e que, apesar de já ter feito dois anos, continua a deliciar-se no meu colo quando me vê sentada na mesa, a trabalhar, obrigando-me muitas vezes a teclar apenas com a mão direita.

Sem dúvida que sim. O meu Jasmim poderia chamar-se Flor-de-Lótus, que no meu dicionário significa Minha-Ternura-de-todo-o-Tamanho, Meu-Torrãozinho-de-Mel, Minha-Fofura-Branca-de-Neve, ou qualquer nome derivado, que Jasmim só parece não chegar.

Poderia então dizer-lhe, nana, nana, Jasmim-Kenino-Flor-de-Algodão, e adormecer, quem sabe, embalada no teu doce ronronar.

dezembro 18, 2009

Mais um?...



É verdade! Vem-me da infância esta habituação a tudo quanto é animal. Desde o mais doce gato, ao mais fiel canídeo, ao réptil mais ternurento, não esquecendo aves de rapina feridas e ouriços cacheiros que limpavam o jardim da peste (peste?...) dos caracóis. Tudo o meu pai levava para casa e estendia pelo quintal fora, permitindo-lhes uma liberdade que era reduzida, mas sim, que era uma liberdade considerável, atendendo às dimensões do dito quintal.
A minha mãe resmungava - pudera! - mas lá ia tomando conta da bicharada. E a bicharada adorava a minha mãe, apesar de eu nunca ter visto, alguma vez, que ela fizesse uma festinha fosse a qual fosse.
Segui-lhes os passos, embora condicionada pelo tamanho das casas onde tenho vivido, como é óbvio. Vai daí que neste momento tenho um canário e quatro gatos, com os quais partilho os meus espaços, no maior respeito pela sua individualidade característica, e permitindo que eles me adoptem como o ser humano que acarinham quando lhes apetece.
Ora este cenourinha, nado no recreio da escola onde trabalho, veio ocupar mais um espaço que, curiosamente, lhe parecia estar reservado. Ainda assustado, fugidio, marcado por algumas tropelias dos miúdos menos sensíveis a estas coisas boas da vida, vai reconhecendo o terreno e já foi aceite pela comunidade existente. Deixa que o Jasmim o lave e pouco liga às bufadelas da gata mais esquisita cá da casa, a Nina.
Ainda não tem nome, mas apresento-o hoje, aqui, à sociedade. Não num baile formal, mas no aconchego do ninho que ele já escolheu. Aceitam-se sugestões, não esquecendo que (não sei se isto é verdade ou não), os nomes dos gatos devem ter um "i". Vá-se lá saber porquê!
Para já ainda só lhe disse: bem-vindo, meu cenourinha!


outubro 25, 2009

Gatos... sempre gatos...

Assim passam os dias, os meus gatos...
São uns felizes!



 

 

agosto 30, 2009

Assim seja

Assim seja, Jasmim, como tu queres.
Persegues-me pela casa como se tomasses conta de mim.
Esperas-me à porta porque sei que sentiste a minha falta.
Sei que me escolheste, por isso eu também te escolhi a ti.
Velas o meu sono e eu sinto-me segura contigo a meu lado.
Obrigada, meu querido Jasmim. Ficaremos juntos para sempre.
Sim, para sempre. Não há outro conceito de tempo para mim.